PACTO DE AUTARCAS

Ontem, dia 29 de maio, a Câmara Municipal de Setúbal iniciou um ciclo de divulgação de estratégia ambiental a desenvolver localmente para a redução de emissões de dióxido de carbono, utilizando a ajuda dos cidadãos.

Naquele que foi o primeiro de um conjunto de cinco encontros com a população, a realizar em cada freguesia do concelho, o vereador do Ambiente, Manuel Pisco, começou por explicar o conceito inerente ao Pacto de Autarcas, convénio de dimensão comunitária a que Setúbal aderiu no final do ano passado.

“Em vez de esperarmos pelas grandes decisões que vêm de cima, como protocolos de Quioto, o Pacto de Autarcas promove a realização de compromissos ao nível local, comprometendo os atores de baixo para cima, ou seja, começando pelas autarquias e as suas populações, que conhecem muito melhor as realidades e especificidades locais”, salientou.

Na reunião, realizada na sede da Junta de Freguesia da Gâmbia, Pontes e Alto da Guerra, o autarca explicou que o concelho está determinado em reduzir as emissões locais de dióxido de carbono para a atmosfera mediante os objetivos celebrados em Bruxelas com o Pacto de Autarcas, ou seja, menos 20 por cento até 2020, tendo como referência o ano de 2011.

Em Setúbal, acabaram, por exemplo, as luzes incandescentes nos semáforos, tendo sido todas substituídas por lâmpadas LED”, adiantou Manuel Pisco, medida que representa “menos consumo de energia, com menos custos”.

O autarca destacou que a meta da redução de emissões de dióxido de carbono tem de ser partilhada por todos e não compete apenas à Câmara Municipal. “É importante que a população também adira a esta vontade, pois a adoção de medidas que promovam a energia sustentável deve começar a partir de casa e de cada um de nós.”

O vereador do Ambiente considera, ainda, que a principal via para a sensibilização da população começa pelas escolas e comunidade escolar.

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